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Euro R$ 5,69
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As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Energia Elétrica
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
1º
AXIA3 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 122.24 bilhões R$ 59,46 2,57% 14,06 1,39 R$ 143.72 bilhões
2º
CMIG4 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 29.18 bilhões R$ 11,82 8,58% 7,41 1,17 R$ 22.52 bilhões
3º
CMIG3 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 29.18 bilhões R$ 17,93 5,68% 11,20 1,76 R$ 17.15 bilhões
4º
EQTL3 Equatorial Energia SA
R$ 26.13 bilhões R$ 48,08 3,22% 64,39 2,36 R$ 60.55 bilhões
5º
CPLE3 Cia Paranaense de Energia
R$ 24.13 bilhões R$ 17,70 6,09% 16,61 2,16 R$ 52.80 bilhões
6º
CPFE3 CPFL Energia SA
R$ 22.72 bilhões R$ 49,36 7,34% 9,75 2,58 R$ 56.88 bilhões
7º
ISAE3 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 22.16 bilhões R$ 35,32 5,44% 8,77 1,11 R$ 8.41 bilhões
8º
ISAE4 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 22.16 bilhões R$ 28,56 6,52% 7,31 0,93 R$ 13.28 bilhões
9º
ENEV3 Eneva SA
R$ 20.36 bilhões R$ 31,50 — 63,99 3,03 R$ 61.02 bilhões
10º
ENGI4 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 12,83 1,73% 21,78 1,69 R$ 19.79 bilhões
11º
ENGI3 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 13,38 1,65% 22,83 1,78 R$ 13.06 bilhões
12º
ENGI11 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 64,90 1,70% 22,17 1,72 R$ 33.00 bilhões
13º
EGIE3 Engie Brasil Energia SA
R$ 15.01 bilhões R$ 31,32 2,86% 11,31 2,98 R$ 44.36 bilhões
14º
AURE3 Auren Energia S.A.
R$ 11.51 bilhões R$ 14,82 — -14,66 1,39 R$ 15.57 bilhões
15º
CBEE3 Ampla Energia e Servicos SA
R$ 9.95 bilhões R$ 8,53 — 68,02 0,39 R$ 3.87 bilhões
16º
ALUP4 Alupar Investimento SA
R$ 9.64 bilhões R$ 12,38 2,80% 9,16 1,32 R$ 3.93 bilhões
17º
ALUP3 Alupar Investimento SA
R$ 9.64 bilhões R$ 13,45 2,60% 9,88 1,42 R$ 9.03 bilhões
18º
ALUP11 Alupar Investimento SA
R$ 9.64 bilhões R$ 38,46 2,76% 9,29 1,34 R$ 12.68 bilhões
19º
LIGT3 Light SA
R$ 9.31 bilhões R$ 3,77 — 2,63 0,68 R$ 6.07 bilhões
20º
CEEB5 Cia de Eletricidade do Estado
R$ 8.32 bilhões R$ 39,00 14,90% 6,85 1,23 R$ 1.06 bilhão
21º
CEEB3 Cia de Eletricidade do Estado
R$ 8.32 bilhões R$ 47,00 12,49% 8,17 1,47 R$ 7.14 bilhões
22º
TAEE4 Transmissora Alianca de Energi
R$ 8.07 bilhões R$ 14,91 6,52% 9,78 1,97 R$ 6.60 bilhões
23º
TAEE3 Transmissora Alianca de Energi
R$ 8.07 bilhões R$ 14,60 6,66% 9,57 1,93 R$ 8.62 bilhões
24º
TAEE11 Transmissora Alianca de Energi
R$ 8.07 bilhões R$ 44,56 6,58% 9,68 1,95 R$ 15.35 bilhões
25º
REDE3 Rede Energia Participacoes SA
R$ 6.44 bilhões R$ 5,47 2,98% 13,59 2,17 R$ 14.05 bilhões
26º
COCE5 Cia Energetica do Ceara
R$ 5.60 bilhões R$ 36,31 3,96% 7,66 0,58 R$ 1.13 bilhão
27º
COCE3 Cia Energetica do Ceara
R$ 5.60 bilhões R$ 34,00 0,70% 6,95 0,52 R$ 1.82 bilhão
28º
EQPA6 EQUATORIAL PARA DIST ENERGIA PRF SHS B
R$ 5.25 bilhões R$ 6,59 8,30% 9,27 2,77 R$ 7.15 milhões
29º
EQPA7 EQUATORIAL PARA DIST ENERGIA PRF SHS C
R$ 5.25 bilhões R$ 8,01 6,83% 11,27 3,37 R$ 9.62 milhões
30º
CLSC4 Centrais Eletricas Santa Catar
R$ 4.23 bilhões R$ 189,70 6,48% 8,37 1,73 R$ 4.37 bilhões
31º
ENMT4 Energisa Mato Grosso - Distrib
R$ 3.98 bilhões R$ 37,98 4,28% 14,41 2,09 R$ 5.45 bilhões
32º
ENMT3 Energisa Mato Grosso - Distrib
R$ 3.98 bilhões R$ 38,31 4,22% 14,61 2,11 R$ 2.89 bilhões
33º
EKTR4 Elektro Redes SA
R$ 2.18 bilhões R$ 39,39 6,35% 10,13 3,56 R$ 4.01 bilhões
34º
EKTR3 Elektro Redes SA
R$ 2.18 bilhões R$ 51,52 4,48% 13,05 4,58 R$ 4.73 bilhões
35º
GEPA3 Rio Paranapanema Energia SA
R$ 1.38 bilhão R$ 36,71 17,44% -132,34 2,52 R$ 1.43 milhão
36º
GEPA4 Rio Paranapanema Energia SA
R$ 1.38 bilhão R$ 38,00 16,04% -143,88 2,74 R$ 2.39 bilhões
37º
RNEW4 Renova Energia SA
R$ 1.15 bilhão R$ 0,93 — -2,30 0,29 R$ 58.01 milhões
38º
RNEW3 Renova Energia SA
R$ 1.15 bilhão R$ 0,92 — -2,40 0,30 R$ 285.88 milhões
39º
CEBR6 Cia Energetica de Brasilia
R$ 950.42 milhões R$ 28,58 12,69% 12,80 2,15 R$ 845.85 milhões
40º
CEBR5 Cia Energetica de Brasilia
R$ 950.42 milhões R$ 24,90 13,06% 11,31 1,90 R$ 163.47 milhões
41º
CEBR3 Cia Energetica de Brasilia
R$ 950.42 milhões R$ 25,10 13,07% 11,29 1,90 R$ 901.61 milhões
42º
EMAE4 EMAE-Empresa Metropolitana de
R$ 671.55 milhões R$ 40,99 — -12,29 2,24 R$ 911.69 milhões
43º
AFLT3 Afluente Transmissao de Energi
R$ 243.66 milhões R$ 6,80 9,61% 12,38 1,81 R$ 428.98 milhões
44º
GPAR3 CELGPAR
R$ 0.00 R$ 19,96 7,59% -76,14 — R$ 1.59 bilhão
45º
CEED3 Cia Estadual de Distribuicao d
R$ -4,251,350,000.00 R$ 10,00 — -1,58 -0,16 R$ 680.91 milhões
46º
EQPA3 EQUATORIAL PARA DIST DE ENERGIA
R$ 0.00 R$ 5,71 — — — R$ 12.59 bilhões
47º
EQMA3B EQUATORIAL MARANHAO DSTRBDR D ENRG SA
R$ 0.00 R$ 30,63 — — — R$ 4.94 bilhões
48º
CLSC3 CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
R$ 0.00 R$ 166,48 — — — R$ 2.58 bilhões
49º
CEED4 COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUICAO CORP
R$ 0.00 R$ 20,00 — — — R$ 3.28 milhões
50º
AXIA7 CENTRAIS ELET BRAS PRF SHS
R$ 0.00 R$ 59,82 — — — R$ 27.37 bilhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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