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NASDAQ 26.140 pts 2.14%
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Dólar R$ 5,06
Euro R$ 5,69
Bitcoin R$ 415.175 0.57%
Ethereum R$ 12.237 0.79%
Petróleo (Brent) US$ 109,86 3.72%
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As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Financeiro
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
1º
ITUB4 Itaú Unibanco
R$ 207.65 bilhões R$ 48,11 6,36% 11,59 2,60 R$ 260.23 bilhões
2º
ITUB3 Itaú Unibanco
R$ 207.65 bilhões R$ 52,34 5,88% 12,52 2,81 R$ 294.03 bilhões
3º
BBAS3 Banco do Brasil SA
R$ 181.33 bilhões R$ 23,56 2,85% 9,57 0,76 R$ 135.02 bilhões
4º
BBDC3 Banco Bradesco
R$ 175.23 bilhões R$ 17,97 7,55% 8,31 1,17 R$ 100.75 bilhões
5º
BBDC4 Banco Bradesco
R$ 175.23 bilhões R$ 20,39 7,32% 9,44 1,33 R$ 113.98 bilhões
6º
SANB4 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 14,10 8,57% 6,83 1,07 R$ 51.89 bilhões
7º
SANB3 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 14,16 7,78% 6,83 1,07 R$ 54.07 bilhões
8º
SANB11 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 28,22 8,16% 6,84 1,07 R$ 20.87 bilhões
9º
ITSA4 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 93.79 bilhões R$ 15,41 7,17% 9,71 1,88 R$ 113.42 bilhões
10º
ITSA3 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 93.79 bilhões R$ 15,56 7,12% 9,79 1,90 R$ 59.96 bilhões
11º
BPAC11 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 76,58 1,80% 16,74 3,83 R$ 260.46 bilhões
12º
BPAC5 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 25,70 1,81% 16,67 3,81 R$ 76.39 bilhões
13º
BPAC3 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 26,60 1,77% 17,01 3,89 R$ 194.15 bilhões
14º
BNBR3 Banco do Nordeste do Brasil SA
R$ 16.81 bilhões R$ 114,01 6,08% 4,08 0,67 R$ 11.25 bilhões
15º
PSSA3 Porto Seguro SA
R$ 16.13 bilhões R$ 53,05 5,65% 9,31 2,13 R$ 34.30 bilhões
16º
ALOS3 ALLOS SA
R$ 12.85 bilhões R$ 34,50 9,56% 18,73 1,36 R$ 17.39 bilhões
17º
BRSR6 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.55 bilhões R$ 17,33 8,36% 4,91 0,65 R$ 3.51 bilhões
18º
BRSR5 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.55 bilhões R$ 17,99 8,75% 4,80 0,64 R$ 24.70 milhões
19º
BRSR3 Banco do Estado do Rio Grande
R$ 11.55 bilhões R$ 18,28 8,09% 5,07 0,67 R$ 3.75 bilhões
20º
BBSE3 BB Seguridade Participacoes SA
R$ 10.89 bilhões R$ 42,00 11,17% 8,81 7,43 R$ 81.54 bilhões
21º
BAZA3 Banco da Amazonia SA
R$ 7.27 bilhões R$ 77,42 15,82% 4,79 0,58 R$ 13.02 bilhões
22º
ABCB4 Banco ABC Brasil SA
R$ 7.26 bilhões R$ 28,66 9,14% 7,29 1,02 R$ 3.71 bilhões
23º
MULT3 Multiplan Empreendimentos Imob
R$ 6.76 bilhões R$ 37,18 3,05% 14,09 2,89 R$ 19.08 bilhões
24º
IRBR3 IRB Brasil Resseguros S/A
R$ 5.33 bilhões R$ 69,75 2,23% -39,28 1,08 R$ 5.68 bilhões
25º
BMGB4 Banco BMG SA
R$ 4.32 bilhões R$ 6,93 7,35% 7,23 1,05 R$ 1.62 bilhão
26º
BSLI3 BRB Banco de Brasilia SA
R$ 3.98 bilhões R$ 2,24 — 1,56 0,27 R$ 717.07 milhões
27º
LOGG3 LOG Commercial Properties e Pa
R$ 3.52 bilhões R$ 28,57 23,34% 6,92 0,74 R$ 2.51 bilhões
28º
BMEB3 Banco Mercantil do Brasil SA
R$ 3.12 bilhões R$ 59,74 4,87% 9,10 2,39 R$ 5.02 bilhões
29º
BMEB4 Banco Mercantil do Brasil SA
R$ 3.12 bilhões R$ 77,29 4,19% 11,64 3,05 R$ 3.07 bilhões
30º
BEES4 Banestes SA Banco do Estado do
R$ 2.50 bilhões R$ 9,90 8,71% 7,73 1,38 R$ 924.64 milhões
31º
BEES3 Banestes SA Banco do Estado do
R$ 2.50 bilhões R$ 9,81 9,03% 7,46 1,33 R$ 2.49 bilhões
32º
BPAR3 BANCO DO ESTADO DO PARA SA
R$ 2.24 bilhões R$ 180,00 4,18% 9,74 0,76 R$ 1.71 bilhão
33º
PINE4 Banco Pine SA
R$ 1.80 bilhão R$ 15,96 6,17% 6,43 2,15 R$ 2.07 bilhões
34º
PINE3 BANCO PINE SA
R$ 1.80 bilhão R$ 13,55 — 5,74 1,92 R$ 1.76 bilhão
35º
RPAD6 Alfa Holdings SA
R$ 1.05 bilhão R$ 7,50 — 8,52 0,61 R$ 182.68 milhões
36º
RPAD5 Alfa Holdings SA
R$ 1.05 bilhão R$ 8,00 7,14% 9,09 0,65 R$ 114.51 milhões
37º
RPAD3 Alfa Holdings SA
R$ 1.05 bilhão R$ 7,50 — 8,52 0,61 R$ 345.09 milhões
38º
BGIP4 Banco do Estado de Sergipe SA
R$ 983.30 milhões R$ 35,59 9,57% 4,85 0,84 R$ 410.74 milhões
39º
BGIP3 Banco do Estado de Sergipe SA
R$ 983.30 milhões R$ 49,46 6,26% 6,74 1,16 R$ 570.81 milhões
40º
SCAR3 Sao Carlos Empreendimentos e P
R$ 972.63 milhões R$ 12,89 55,09% -44,90 0,77 R$ 744.23 milhões
41º
PEAB3 Cia de Participacoes Alianca d
R$ 926.09 milhões R$ 36,00 2,56% 14,92 0,71 R$ 335.42 milhões
42º
WIZC3 WIZ CO PARTICIPACOS E CORTGM DE SGURS SA
R$ 740.94 milhões R$ 8,86 7,09% 7,15 1,91 R$ 1.42 bilhão
43º
HBTS5 Cia Habitasul de Participacoes
R$ 649.15 milhões R$ 35,50 20,33% 4,81 0,50 R$ 211.24 milhões
44º
CSUD3 CSU DIGITAL SA
R$ 491.12 milhões R$ 16,82 15,51% 7,13 1,42 R$ 703.08 milhões
45º
LPSB3 LPS Brasil Consultoria de Imov
R$ 241.92 milhões R$ 1,52 14,52% 7,72 0,93 R$ 224.28 milhões
46º
FIGE3 INVESTIMENTOS BEMGE SA
R$ 194.63 milhões R$ 32,94 0,17% 4,78 0,40 R$ 26.09 milhões
47º
BMIN4 Banco Mercantil de Investiment
R$ 149.50 milhões R$ 20,49 6,83% 7,72 0,66 R$ 14.55 milhões
48º
BMIN3 Banco Mercantil de Investiment
R$ 149.50 milhões R$ 19,50 2,62% 7,35 0,63 R$ 80.24 milhões
49º
ARND3 REAG INVESTIMENTOS SA
R$ 125.21 milhões R$ 0,67 — — 0,79 R$ 94.46 milhões
50º
NORD3 Nordon Industrias Metalurgicas
R$ -184,757,000.00 R$ 1,27 — -0,95 -0,05 R$ 8.41 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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