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Ibovespa 205.157 pts 0.41%
IFIX 3.939,94 pts 0.41%
NASDAQ 26.140 pts 2.14%
Dow Jones 52.002 pts 0.34%
S&P 500 7.659,44 pts 1.09%
Dólar R$ 5,06
Euro R$ 5,69
Bitcoin R$ 413.682 0.33%
Ethereum R$ 12.219 0.4%
Petróleo (Brent) US$ 109,86 3.72%
Ouro US$ 4.165,27 1.01%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Consumo Cíclico
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
1º
RENT3 Localiza Rent a Car SA
R$ 27.10 bilhões R$ 49,73 4,20% 16,51 2,09 R$ 53.84 bilhões
2º
COGN3 Cogna Educacao
R$ 13.73 bilhões R$ 2,89 4,05% 8,62 0,44 R$ 5.97 bilhões
3º
CYRE3 Cyrela Brazil Realty SA Empree
R$ 11.17 bilhões R$ 32,20 7,12% 7,21 1,32 R$ 12.36 bilhões
4º
MGLU3 Magazine Luiza SA
R$ 11.17 bilhões R$ 11,06 0,75% 95,12 0,75 R$ 8.58 bilhões
5º
LREN3 Lojas Renner SA
R$ 10.37 bilhões R$ 13,56 6,67% 9,29 1,34 R$ 13.65 bilhões
6º
AZZA3 AZZAS 2154 SA
R$ 8.04 bilhões R$ 23,40 10,18% 15,48 0,62 R$ 4.83 bilhões
7º
JHSF3 JHSF Participacoes SA
R$ 7.51 bilhões R$ 12,94 5,68% 4,24 1,20 R$ 8.85 bilhões
8º
RIAA3 GUARARAPES CONFECCOES SA
R$ 5.40 bilhões R$ 10,00 31,98% 3,38 0,96 R$ 5.02 bilhões
9º
EZTC3 Ez Tec Empreendimentos e Parti
R$ 5.23 bilhões R$ 18,06 5,42% 9,63 0,98 R$ 5.01 bilhões
10º
MRVE3 MRV Engenharia e Participacoes
R$ 4.58 bilhões R$ 7,23 — -7,32 0,92 R$ 4.07 bilhões
11º
AMER3 Americanas S.A.
R$ 4.16 bilhões R$ 5,61 — -4,08 0,28 R$ 1.12 bilhão
12º
MYPK3 Iochpe Maxion SA
R$ 4.10 bilhões R$ 11,03 — 18,10 0,40 R$ 1.70 bilhão
13º
VTRU3 VITRU BRASIL EMPRE PARTICIP COM
R$ 4.01 bilhões R$ 19,40 0,13% 2,69 0,73 R$ 2.91 bilhões
14º
MOVI3 Movida Participacoes SA
R$ 3.90 bilhões R$ 16,57 3,62% 16,73 1,85 R$ 7.04 bilhões
15º
CEAB3 C&A Modas Ltda
R$ 3.80 bilhões R$ 12,56 4,12% 6,95 1,03 R$ 3.87 bilhões
16º
ALPA3 Alpargatas SA
R$ 3.62 bilhões R$ 12,41 13,97% 12,18 2,36 R$ 4.21 bilhões
17º
ALPA4 Alpargatas SA
R$ 3.62 bilhões R$ 17,84 10,15% 17,24 3,34 R$ 6.13 bilhões
18º
GRND3 Grendene SA
R$ 3.21 bilhões R$ 4,47 33,00% 7,02 1,27 R$ 4.03 bilhões
19º
AUAU3 UNIAO PET PARTICIPACOES
R$ 3.19 bilhões R$ 5,05 0,62% 22,01 1,33 R$ 4.35 bilhões
20º
VIVA3 Vivara Participacoes SA
R$ 3.18 bilhões R$ 26,60 2,50% 11,26 2,07 R$ 6.28 bilhões
21º
YDUQ3 YDUQS Participacoes SA
R$ 2.92 bilhões R$ 13,51 4,32% 31,82 1,24 R$ 3.70 bilhões
22º
VULC3 Vulcabras Azaleia SA
R$ 2.65 bilhões R$ 15,07 18,29% 5,38 1,89 R$ 4.79 bilhões
23º
ANIM3 Anima Holding SA
R$ 2.42 bilhões R$ 5,09 1,49% 13,70 0,87 R$ 2.06 bilhões
24º
DIRR3 Direcional Engenharia SA
R$ 2.33 bilhões R$ 10,52 13,29% 7,09 2,61 R$ 5.48 bilhões
25º
MDNE3 Moura Dubeux Engenharia S/A
R$ 2.30 bilhões R$ 28,90 12,42% 5,82 1,42 R$ 3.01 bilhões
26º
WHRL4 Whirlpool SA
R$ 1.97 bilhão R$ 3,94 8,20% 20,15 3,00 R$ 1.87 bilhão
27º
WHRL3 Whirlpool SA
R$ 1.97 bilhão R$ 3,66 8,55% 18,66 2,78 R$ 3.77 bilhões
28º
EVEN3 Even Construtora e Incorporado
R$ 1.93 bilhão R$ 5,64 15,58% 5,94 0,61 R$ 1.13 bilhão
29º
AMOB3 AUTOMOB PARTICIPACOES SA
R$ 1.87 bilhão R$ 13,99 — -1,49 0,30 R$ 530.03 milhões
30º
ALLD3 Allied Tecnologia S.A
R$ 1.57 bilhão R$ 6,59 45,91% 1,68 0,39 R$ 632.39 milhões
31º
TEND3 Construtora Tenda SA
R$ 1.54 bilhão R$ 27,01 5,14% 6,02 2,26 R$ 3.31 bilhões
32º
GFSA3 Gafisa SA
R$ 1.53 bilhão R$ 0,36 — -0,10 0,04 R$ 56.65 milhões
33º
TRIS3 Trisul SA
R$ 1.52 bilhão R$ 6,30 13,86% 7,92 0,98 R$ 1.47 bilhão
34º
SEER3 Ser Educacional SA
R$ 1.52 bilhão R$ 16,97 5,23% 8,00 1,43 R$ 2.18 bilhões
35º
HBOR3 Helbor Empreendimentos SA
R$ 1.45 bilhão R$ 2,52 5,24% 74,61 0,23 R$ 337.30 milhões
36º
VSTE3 VESTE SA ESTILO
R$ 1.09 bilhão R$ 3,68 1,49% 8,20 0,36 R$ 421.36 milhões
37º
MTRE3 Mitre Realty Empreendimentos E
R$ 1.03 bilhão R$ 3,81 9,05% 6,40 0,41 R$ 403.00 milhões
38º
OBTC3 ORANJEBTC
R$ 1.02 bilhão R$ 6,91 — -1,84 2,01 R$ 1.01 bilhão
39º
LEVE3 Mahle-Metal Leve SA
R$ 964.16 milhões R$ 37,20 7,83% 7,08 5,12 R$ 5.04 bilhões
40º
CGRA4 Grazziotin SA
R$ 929.83 milhões R$ 25,39 20,68% 9,01 0,70 R$ 373.00 milhões
41º
CGRA3 Grazziotin SA
R$ 929.83 milhões R$ 25,10 20,44% 9,11 0,71 R$ 270.06 milhões
42º
MEAL3 International Meal Co Alimenta
R$ 752.16 milhões R$ 0,91 — -1,62 0,35 R$ 260.88 milhões
43º
DOHL4 Dohler SA Comercio e Industria
R$ 686.47 milhões R$ 3,71 1,00% -1.605,80 0,40 R$ 78.57 milhões
44º
DOHL3 DOHLER S.A.
R$ 686.47 milhões R$ 6,46 0,51% -2.857,70 0,71 R$ 351.86 milhões
45º
TECN3 Technos SA
R$ 502.36 milhões R$ 10,65 3,92% 5,33 1,29 R$ 640.88 milhões
46º
CVCB3 CVC Brasil Operadora e Agencia
R$ 322.91 milhões R$ 1,47 — -6,22 2,54 R$ 772.62 milhões
47º
CAMB3 Cambuci SA
R$ 317.25 milhões R$ 8,68 13,58% 6,04 1,16 R$ 366.95 milhões
48º
AHEB3 Sao Paulo Turismo SA
R$ 302.08 milhões R$ 23,00 — 3,91 0,65 R$ 193.38 milhões
49º
AHEB5 Sao Paulo Turismo SA
R$ 302.08 milhões R$ 58,00 — 9,86 1,64 R$ 2.61 milhões
50º
AHEB6 Sao Paulo Turismo SA
R$ 302.08 milhões R$ 55,00 — 9,35 1,56 R$ 5.00 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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