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Ibovespa 205.157 pts 0.41%
IFIX 3.939,94 pts 0.41%
NASDAQ 26.140 pts 2.14%
Dow Jones 52.002 pts 0.34%
S&P 500 7.659,44 pts 1.09%
Dólar R$ 5,06
Euro R$ 5,69
Bitcoin R$ 415.175 0.57%
Ethereum R$ 12.237 0.79%
Petróleo (Brent) US$ 109,86 3.72%
Ouro US$ 4.165,27 1.01%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

Bens Industriais
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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
1º
WEGE3 WEG SA
R$ 18.86 bilhões R$ 47,98 3,97% 33,85 11,22 R$ 201.39 bilhões
2º
EMBJ3 EMBRAER SA
R$ 17.91 bilhões R$ 91,65 1,33% 28,57 3,72 R$ 67.86 bilhões
3º
MOTV3 MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE SA
R$ 17.74 bilhões R$ 19,85 4,69% 10,35 2,26 R$ 40.10 bilhões
4º
RAIL3 Rumo SA
R$ 14.47 bilhões R$ 18,54 0,57% 28,86 2,45 R$ 34.46 bilhões
5º
POMO4 Marcopolo SA
R$ 4.24 bilhões R$ 4,63 19,21% 5,01 1,42 R$ 3.70 bilhões
6º
POMO3 Marcopolo SA
R$ 4.24 bilhões R$ 4,34 20,54% 4,68 1,33 R$ 1.96 bilhão
7º
ECOR3 EcoRodovias Infraestrutura e L
R$ 4.11 bilhões R$ 12,87 2,20% 17,53 2,33 R$ 8.96 bilhões
8º
RAPT4 Randon SA Implementos e Partic
R$ 3.02 bilhões R$ 7,49 — -7,45 0,85 R$ 1.68 bilhão
9º
RAPT3 Randon SA Implementos e Partic
R$ 3.02 bilhões R$ 10,35 — -10,60 1,21 R$ 1.30 bilhão
10º
FRAS3 Fras-Le SA
R$ 2.52 bilhões R$ 27,77 2,18% 27,02 3,14 R$ 7.78 bilhões
11º
TUPY3 Tupy SA
R$ 2.29 bilhões R$ 19,81 — -3,36 1,13 R$ 2.62 bilhões
12º
MILS3 Mills Estruturas e Servicos de
R$ 1.89 bilhão R$ 16,07 5,24% 8,43 2,01 R$ 3.76 bilhões
13º
VLID3 Valid Solucoes e Servicos de S
R$ 1.71 bilhão R$ 19,08 9,97% 6,77 0,89 R$ 1.56 bilhão
14º
SHUL4 Schulz SA
R$ 1.57 bilhão R$ 5,04 12,55% 6,92 1,15 R$ 1.03 bilhão
15º
ARML3 Armac Locacao Logistica
R$ 1.37 bilhão R$ 5,88 6,70% 33,77 1,52 R$ 2.04 bilhões
16º
TASA4 Taurus Armas SA
R$ 1.28 bilhão R$ 8,36 0,04% 45,95 0,95 R$ 737.42 milhões
17º
TASA3 Taurus Armas SA
R$ 1.28 bilhão R$ 9,96 0,03% 54,46 1,13 R$ 508.85 milhões
18º
ROMI3 Industrias Romi SA
R$ 1.25 bilhão R$ 7,26 6,89% 9,37 0,56 R$ 676.42 milhões
19º
LOGN3 Log-in Logistica Intermodal SA
R$ 1.21 bilhão R$ 30,80 — 24,26 2,76 R$ 3.31 bilhões
20º
JSLG3 JSL SA
R$ 1.18 bilhão R$ 10,44 16,95% -30,92 2,73 R$ 2.99 bilhões
21º
TGMA3 Tegma Gestao Logistica SA
R$ 994.13 milhões R$ 47,71 7,65% 12,33 3,15 R$ 3.15 bilhões
22º
ETER3 Eternit SA
R$ 844.34 milhões R$ 3,55 4,64% 7,45 0,27 R$ 219.31 milhões
23º
WLMM4 WLM Participacoes E Comercio D
R$ 813.42 milhões R$ 17,00 13,17% 7,94 0,76 R$ 337.34 milhões
24º
WLMM3 WLM Participacoes E Comercio D
R$ 813.42 milhões R$ 18,15 11,26% 8,44 0,81 R$ 300.77 milhões
25º
KEPL3 Kepler Weber SA
R$ 797.67 milhões R$ 7,40 3,95% 9,40 1,65 R$ 1.33 bilhão
26º
TPIS3 TPI - Triunfo Participacoes e
R$ 501.76 milhões R$ 11,95 4,56% -1,37 1,06 R$ 525.80 milhões
27º
PRNR3 Priner Servicos Industriais SA
R$ 478.17 milhões R$ 20,35 — 27,99 2,57 R$ 1.16 bilhão
28º
MTSA4 Metisa Metalurgica Timboense S
R$ 467.18 milhões R$ 45,99 7,49% 11,76 0,86 R$ 210.51 milhões
29º
FRIO3 Metalfrio Solutions SA
R$ 420.90 milhões R$ 205,00 — 19,70 3,11 R$ 1.31 bilhão
30º
AZEV4 Azevedo e Travassos SA
R$ 413.99 milhões R$ 1,16 — -0,20 0,32 R$ 85.06 milhões
31º
AZEV3 Azevedo e Travassos SA
R$ 413.99 milhões R$ 12,55 — -1,81 2,90 R$ 475.64 milhões
32º
EALT4 Electro Aco Altona SA
R$ 377.02 milhões R$ 11,81 3,87% 4,68 0,73 R$ 150.58 milhões
33º
EALT3 Electro Aco Altona SA
R$ 377.02 milhões R$ 12,80 3,27% 5,03 0,79 R$ 124.80 milhões
34º
ALPK3 Allpark Empreendimentos Partic
R$ 367.39 milhões R$ 5,52 0,14% 72,86 3,31 R$ 1.21 bilhão
35º
RSUL4 Metalurgica Riosulense SA
R$ 300.90 milhões R$ 49,26 5,08% 4,91 1,00 R$ 122.91 milhões
36º
MMAQ4 MINASMAQUINAS SA CORP
R$ 259.02 milhões R$ 2.550,01 30,30% 2,16 0,36 R$ 42.65 milhões
37º
MMAQ3 MINASMAQUINAS SA
R$ 259.02 milhões R$ 2.550,01 — 2,16 0,36 R$ 50.99 milhões
38º
LUXM4 Trevisa Investimentos SA
R$ 175.40 milhões R$ 3,30 3,99% 6,99 0,81 R$ 76.51 milhões
39º
SOND3 SONDOTECNICA ENGENHARIA DE SOLOS SA
R$ 68.59 milhões R$ 38,66 38,69% 2,21 1,39 R$ 33.09 milhões
40º
SOND6 Sondotecnica Engenharia de Sol
R$ 68.59 milhões R$ 90,00 18,28% 5,14 3,23 R$ 73.56 milhões
41º
CTAX3 CONTAX PARTICIPACOES SA EM RECPRACA JDCL
R$ 49.38 milhões R$ 1,21 — -0,18 0,20 R$ 9.70 milhões
42º
DTCY3 DTCOM - Direct to Co SA
R$ -201,000.00 R$ 2,10 — -26,75 -116,29 R$ 22.43 milhões
43º
RCSL4 Recrusul SA
R$ -14,917,000.00 R$ 0,88 — -1,95 -1,96 R$ 18.62 milhões
44º
MWET4 Wetzel SA
R$ -33,248,000.00 R$ 30,98 — -1,80 -1,92 R$ 42.50 milhões
45º
PTBL3 Portobello SA
R$ -103,947,000.00 R$ 2,55 — -1,16 -3,55 R$ 359.52 milhões
46º
BDLL4 Bardella SA Industrias Mecanic
R$ -260,920,000.00 R$ 3,02 — -0,25 -0,02 R$ 3.00 milhões
47º
BDLL3 BARDELLA
R$ -260,920,000.00 R$ 5,02 — -0,41 -0,03 R$ 3.05 milhões
48º
AERI3 AERIS
R$ -989,060,000.00 R$ 2,57 — -0,17 -0,16 R$ 159.65 milhões
49º
INEP4 Inepar SA Industria e Construc
R$ -1,804,560,000.00 R$ 1,19 — -0,25 -0,04 R$ 15.03 milhões
50º
INEP3 Inepar SA Industria e Construc
R$ -1,804,560,000.00 R$ 1,20 — -0,27 -0,04 R$ 50.13 milhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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