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Ibovespa 205.157 pts 0.41%
IFIX 3.939,94 pts 0.41%
NASDAQ 26.140 pts 2.14%
Dow Jones 52.002 pts 0.34%
S&P 500 7.659,44 pts 1.09%
Dólar R$ 5,06
Euro R$ 5,69
Bitcoin R$ 414.912 0.58%
Ethereum R$ 12.223 0.7%
Petróleo (Brent) US$ 109,86 3.72%
Ouro US$ 4.165,27 1.01%

As empresas com maior patrimônio líquido registrado na bolsa.

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# AÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PREÇO DY ATUAL (1 ano) P/L P/VP VALOR DE MERCADO
1º
PETR4 Petroleo Brasileiro SA
R$ 480.95 bilhões R$ 59,24 6,27% 5,62 1,56 R$ 322.65 bilhões
2º
PETR3 Petroleo Brasileiro SA
R$ 480.95 bilhões R$ 66,17 5,61% 6,28 1,74 R$ 492.45 bilhões
3º
ITUB4 Itaú Unibanco
R$ 207.65 bilhões R$ 48,11 6,36% 11,59 2,60 R$ 260.23 bilhões
4º
ITUB3 Itaú Unibanco
R$ 207.65 bilhões R$ 52,34 5,88% 12,52 2,81 R$ 294.03 bilhões
5º
VALE3 Vale SA
R$ 196.64 bilhões R$ 66,26 8,41% 28,56 1,51 R$ 281.99 bilhões
6º
BBAS3 Banco do Brasil SA
R$ 181.33 bilhões R$ 23,56 2,85% 9,57 0,76 R$ 135.02 bilhões
7º
BBDC4 Banco Bradesco
R$ 175.23 bilhões R$ 20,39 7,32% 9,44 1,33 R$ 113.98 bilhões
8º
BBDC3 Banco Bradesco
R$ 175.23 bilhões R$ 17,97 7,55% 8,31 1,17 R$ 100.75 bilhões
9º
AXIA3 Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás
R$ 122.24 bilhões R$ 59,46 2,57% 14,06 1,39 R$ 143.72 bilhões
10º
SANB4 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 14,10 8,57% 6,83 1,07 R$ 51.89 bilhões
11º
SANB3 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 14,16 7,78% 6,83 1,07 R$ 54.07 bilhões
12º
SANB11 Banco Santander Brasil SA
R$ 98.73 bilhões R$ 28,22 8,16% 6,84 1,07 R$ 20.87 bilhões
13º
ITSA4 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 93.79 bilhões R$ 15,41 7,17% 9,71 1,88 R$ 113.42 bilhões
14º
ITSA3 Itausa - Investimentos Itau SA
R$ 93.79 bilhões R$ 15,56 7,12% 9,79 1,90 R$ 59.96 bilhões
15º
ABEV3 Ambev SA
R$ 88.31 bilhões R$ 16,78 5,22% 15,74 2,90 R$ 259.83 bilhões
16º
BPAC5 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 25,70 1,81% 16,67 3,81 R$ 76.39 bilhões
17º
BPAC3 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 26,60 1,77% 17,01 3,89 R$ 194.15 bilhões
18º
BPAC11 Banco BTG Pactual SA
R$ 79.55 bilhões R$ 76,58 1,80% 16,74 3,83 R$ 260.46 bilhões
19º
GGBR4 Gerdau SA
R$ 53.54 bilhões R$ 25,45 3,08% 22,94 0,96 R$ 32.09 bilhões
20º
GGBR3 Gerdau SA
R$ 53.54 bilhões R$ 21,62 3,62% 19,51 0,82 R$ 15.50 bilhões
21º
SUZB3 Suzano SA
R$ 49.70 bilhões R$ 43,06 0,01% 6,64 1,09 R$ 54.43 bilhões
22º
HAPV3 Hapvida Participacoes e Invest
R$ 48.06 bilhões R$ 8,33 — -24,78 0,09 R$ 4.19 bilhões
23º
SBSP3 Cia de Saneamento Basico do Es
R$ 45.17 bilhões R$ 31,95 2,09% 14,19 2,53 R$ 112.61 bilhões
24º
CMIG3 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 29.18 bilhões R$ 17,93 5,68% 11,20 1,76 R$ 17.15 bilhões
25º
CMIG4 Cia Energetica de Minas Gerais
R$ 29.18 bilhões R$ 11,82 8,58% 7,41 1,17 R$ 22.52 bilhões
26º
PRIO3 Petro Rio SA
R$ 28.21 bilhões R$ 70,59 — 15,40 2,11 R$ 61.59 bilhões
27º
RENT3 Localiza Rent a Car SA
R$ 27.10 bilhões R$ 49,73 4,20% 16,51 2,09 R$ 53.84 bilhões
28º
EQTL3 Equatorial Energia SA
R$ 26.13 bilhões R$ 48,08 3,22% 64,39 2,36 R$ 60.55 bilhões
29º
CPLE3 Cia Paranaense de Energia
R$ 24.13 bilhões R$ 17,70 6,09% 16,61 2,16 R$ 52.80 bilhões
30º
CPFE3 CPFL Energia SA
R$ 22.72 bilhões R$ 49,36 7,34% 9,75 2,58 R$ 56.88 bilhões
31º
ISAE4 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 22.16 bilhões R$ 28,56 6,52% 7,31 0,93 R$ 13.28 bilhões
32º
ISAE3 ISA ENERGIA BRASIL
R$ 22.16 bilhões R$ 35,32 5,44% 8,77 1,11 R$ 8.41 bilhões
33º
USIM3 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.75 bilhões R$ 6,47 — -3,53 0,39 R$ 4.56 bilhões
34º
USIM6 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.75 bilhões R$ 6,46 — -3,49 0,39 R$ 428.05 mil
35º
USIM5 Usinas Siderurgicas de Minas G
R$ 20.75 bilhões R$ 6,72 — -3,68 0,41 R$ 3.68 bilhões
36º
ENEV3 Eneva SA
R$ 20.36 bilhões R$ 31,50 — 63,99 3,03 R$ 61.02 bilhões
37º
ENGI4 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 12,83 1,73% 21,78 1,69 R$ 19.79 bilhões
38º
ENGI3 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 13,38 1,65% 22,83 1,78 R$ 13.06 bilhões
39º
ENGI11 Energisa SA
R$ 19.50 bilhões R$ 64,90 1,70% 22,17 1,72 R$ 33.00 bilhões
40º
GOAU4 Metalurgica Gerdau SA
R$ 19.23 bilhões R$ 11,52 3,28% 19,43 0,80 R$ 9.63 bilhões
41º
GOAU3 Metalurgica Gerdau SA
R$ 19.23 bilhões R$ 10,37 3,65% 17,46 0,72 R$ 5.05 bilhões
42º
WEGE3 WEG SA
R$ 18.86 bilhões R$ 47,98 3,97% 33,85 11,22 R$ 201.39 bilhões
43º
SAUD3 Bradsaude SA
R$ 18.71 bilhões R$ 15,76 1,33% 43,78 2,47 R$ 8.60 bilhões
44º
B3SA3 B3 SA - Brasil Bolsa Balcao
R$ 18.71 bilhões R$ 22,17 4,12% 21,14 6,02 R$ 111.88 bilhões
45º
UGPA3 Ultrapar Participacoes SA
R$ 17.96 bilhões R$ 39,40 5,10% 12,65 2,44 R$ 43.96 bilhões
46º
EMBJ3 EMBRAER SA
R$ 17.91 bilhões R$ 91,65 1,33% 28,57 3,72 R$ 67.86 bilhões
47º
MOTV3 MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE SA
R$ 17.74 bilhões R$ 19,85 4,69% 10,35 2,26 R$ 40.10 bilhões
48º
BNBR3 Banco do Nordeste do Brasil SA
R$ 16.81 bilhões R$ 114,01 6,08% 4,08 0,67 R$ 11.25 bilhões
49º
PSSA3 Porto Seguro SA
R$ 16.13 bilhões R$ 53,05 5,65% 9,31 2,13 R$ 34.30 bilhões
50º
EGIE3 Engie Brasil Energia SA
R$ 15.01 bilhões R$ 31,32 2,86% 11,31 2,98 R$ 44.36 bilhões

Perguntas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre este ranking

Quanto preciso ter para começar a investir na bolsa?

É possível começar a investir na bolsa com menos de R$ 10. Muitas ações na B3 são negociadas em lotes fracionários, o que permite comprar uma fração de uma ação sem precisar de um lote inteiro. FIIs e ETFs também costumam ter cotas acessíveis, muitas abaixo de R$ 100. O mais importante não é o valor inicial, mas a consistência: investir todo mês, mesmo que pouco, gera resultados expressivos no longo prazo por conta dos juros compostos.

Vale mais a pena investir no Tesouro Direto ou na bolsa para quem tem pouco dinheiro?

Para quem está começando com pouco dinheiro, o Tesouro Selic é geralmente a melhor primeira escolha: tem liquidez diária, risco baixíssimo e aplicação mínima de cerca de R$ 35. Ele serve como reserva de emergência remunerada. Depois de montar essa reserva - o ideal é ter de 3 a 6 meses de gastos guardados - faz sentido diversificar para a bolsa, começando por ETFs como o BOVA11, que replica o Ibovespa e permite exposição a dezenas de empresas com uma única cota.

Como analisar indicadores fundamentalistas?

Indicadores como P/L, P/VP e ROE nunca devem ser analisados de forma isolada. Eles servem para filtrar oportunidades, mas uma ação com um indicador atrativo pode estar escondendo problemas estruturais - o que os investidores chamam de value trap. Sempre analise o histórico da empresa, a qualidade da gestão e o momento do setor antes de tomar uma decisão.

O que é ROE e por que ele importa na análise de ações?

O ROE (Return on Equity) mede a eficiência com que uma empresa usa o capital dos acionistas para gerar lucro. É calculado dividindo o lucro líquido pelo patrimônio líquido. Um ROE consistentemente acima de 15% ao ano costuma indicar uma empresa com vantagem competitiva real. Atenção: ROE elevado gerado por alto endividamento pode ser enganoso - sempre verifique a alavancagem financeira junto com esse indicador.

O que é EBITDA e como ele ajuda a avaliar uma empresa?

EBITDA (Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) é uma medida da capacidade operacional de geração de caixa de uma empresa, desconsiderando efeitos financeiros e contábeis. Ele é muito usado para comparar empresas do mesmo setor, independentemente da estrutura de capital de cada uma. Um EBITDA crescente ao longo dos anos é sinal de que o negócio está se tornando mais eficiente operacionalmente.

O que é dívida líquida e como ela afeta o preço das ações?

A dívida líquida é o total de dívidas financeiras de uma empresa menos o caixa disponível. Ela indica o quanto a empresa realmente deve, já descontando os recursos que tem em mãos. A relação Dívida Líquida / EBITDA é um dos indicadores mais usados para medir o nível de endividamento: valores acima de 3x costumam acender um sinal de alerta. Empresas muito endividadas ficam mais vulneráveis em cenários de juros altos, como o Brasil frequentemente enfrenta.

Como o cenário de juros (Selic) influencia o preço das ações na B3?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e funciona como um termômetro de risco para todos os investimentos. Quando a Selic sobe, a renda fixa fica mais atrativa e os investidores exigem retornos maiores das ações, o que pressiona as cotações para baixo. O efeito é ainda mais intenso em empresas com dívidas altas e em setores sensíveis a crédito, como construção civil e varejo. Já em ciclos de queda da Selic, as ações tendem a se valorizar, especialmente as de crescimento e os FIIs.

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