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WEB311 ETF - HASHDEX SMART CONTRACT PLATFORMS FUNDO DE INDICE

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Sobre o ETF

Hashdex Smart Contract Platforms Fundo de Índice é um ETF temático listado na B3 que busca refletir o desempenho de plataformas de contratos inteligentes, replicando o CF Web3 Smart Contract Platforms Index. O fundo oferece exposição a tokens nativos de blockchains que suportam aplicações descentralizadas, como Ethereum, Solana, Avalanche, entre outras. Seu objetivo é capturar o crescimento do ecossistema Web3, com foco em infraestrutura digital baseada em contratos inteligentes.


Gerido pela Hashdex, gestora especializada em criptoativos, o fundo é estruturado para investidores que desejam acessar o universo das finanças descentralizadas e da Web3 de forma regulada e prática. A composição do índice inclui ativos digitais com papel central no desenvolvimento de soluções descentralizadas, como finanças, jogos, redes sociais e marketplaces, todos baseados em blockchains programáveis.


O fundo é negociado na bolsa brasileira como uma ação, permitindo que investidores locais tenham exposição a ativos globais sem a necessidade de abrir conta no exterior ou lidar com custódia de criptoativos. A estratégia passiva do fundo garante aderência ao índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para refletir a evolução do mercado e a relevância dos projetos incluídos.


Além da exposição temática, o fundo também se beneficia de mecanismos como o staking, que permite a geração de rendimento adicional com os ativos da cesta. A transparência na composição, a governança institucional e a simplicidade operacional tornam o fundo uma alternativa interessante para quem busca diversificação e exposição ao potencial de crescimento das plataformas de contratos inteligentes.


Hashdex Smart Contract Platforms Fundo de Índice é uma opção para quem deseja investir em infraestrutura Web3 e contratos inteligentes por meio da B3. Termos como "ETF de contratos inteligentes", "investir em Web3 pela bolsa", "fundo de índice de blockchain", "exposição a Ethereum e Solana" e "ativos digitais na B3" ajudam a encontrar análises, cotações e conteúdos relevantes sobre esse fundo. É uma alternativa atrativa para investidores que buscam inovação, descentralização e crescimento no setor de tecnologia blockchain.

Valor Intrínseco de Graham

Calculando valores intrínsecos...

Fundamentos do ETF

ETF que busca replicar o índice CF Smart Contract Platforms Index • Carteira de referência de Setembro

R$ 21,8 Mi
Patrimônio Líquido
R$ 200.000,00
Negociação Diária Média
1,30%
Taxa de Administração
2.404
Número de Cotistas

Sobre o Fundo

Gestor HASHDEX GESTORA DE RECURSOS LTDA.
Administrador BANCO GENIAL. S.A
ISIN BRWEB3CTF005
CNPJ 43.951.717/0001-21
Data de Lançamento 30/03/2022

Risco e Retorno

No Ano 12 Meses 3 Anos
Retorno -21,86% -56,77% +51,07%
Desvio Padrão +61,77% +64,19% +70,38%
Índice de Sharpe -0,68 -1,14 0,00
Máximo Drawdown
em 24/06/2026
-82,75%

Composição da Carteira do ETF

Ainda não temos a composição detalhada da carteira deste ETF.

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Resumo

HASHDEX SMART CONTRACT PLATFORMS FUNDO DE INDICE acumula uma baixa de 48,59% nos últimos 12 meses, quando o papel estava cotado a R$ 33,75. Neste ano, o ativo iniciou as negociações a R$ 23,72 e hoje está em R$ 17,35 (-26,85%). Entre os ativos comparáveis da mesma classe estão BOVV11, PIBB11, XBOV11.

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A
Ativo intangível:
• Registro no balanço patrimonial que representa bens e direitos não físicos de uma empresa, como ágio em aquisições (goodwill), licenças de marcas, software e concessões.
Ativo total:
• Indicador no balanço patrimonial que reflete a soma de todos os bens e direitos da empresa, como caixa, contas a receber e estoques. Em bancos, inclui valores mobiliários, créditos e arrendamentos.
B
Balanço Patrimonial:
• Relatório contábil que resume a situação financeira de uma empresa, apresentando ativos, passivos e patrimônio líquido na data de encerramento.
Buy and Hold:
• Estratégia de investimento de longo prazo baseada em manter uma carteira de ativos de forma consistente e paciente, independentemente de oscilações do mercado. Desenvolvida por Benjamin Graham, pai do "value investing", e seguida por Warren Buffett, um dos mais bem-sucedidos investidores de todos os tempos, que considera que "mais vale comprar boas empresas a preços ruins do que comprar empresas ruins a preços bons".
C
Caixa e aplicações financeiras:
• Itens no ativo do balanço que mostram o dinheiro disponível em caixa, contas bancárias e investimentos líquidos de curto prazo.
Caixa líquido financiamento:
• Subtotal no fluxo de caixa que reflete recursos captados ou pagos relacionados a acionistas ou credores.
Caixa líquido investimento:
• Subtotal no fluxo de caixa que registra valores usados ou recebidos em transações de investimentos, como compra e venda de ativos.
Caixa líquido operacional:
• Subtotal no fluxo de caixa que detalha os recursos gerados pelas operações principais da empresa, incluindo alterações no capital de giro.
Capital dos acionistas:
• Também conhecido como patrimônio líquido, refere-se à parcela da empresa pertencente aos acionistas após deduzir os passivos.
Contas a receber de clientes:
• Conta do ativo que mostra o valor de vendas a prazo pendentes de pagamento, já ajustadas para inadimplências esperadas.
Custos:
• Despesas diretamente ligadas à produção de bens ou prestação de serviços, distintas de despesas administrativas ou comerciais.
CEX (Centralized Exchange):
• Plataforma centralizada para a compra, venda e troca de criptomoedas, operada por uma organização que facilita transações e guarda os ativos dos usuários.
D
Demonstração de Resultados do Exercício (DRE):
• Relatório financeiro que exibe o desempenho da empresa em um período específico, detalhando receitas, custos, despesas e o lucro líquido.
DEX (Decentralized Exchange):
• Plataforma de troca de criptomoedas que opera de forma descentralizada, sem intermediários centralizados, permitindo transações peer-to-peer diretamente entre os usuários.
Depósito de clientes:
• Soma de valores mantidos pelos clientes em contas à vista, poupança ou aplicações a prazo.
Depósitos a prazo:
• Montante investido por clientes em aplicações financeiras, como CDBs e RDBs, registrado no passivo da instituição.
Depósitos de poupança:
• Valores depositados por clientes em cadernetas de poupança, registrados no passivo de instituições financeiras.
Depósitos à vista:
• Quantias mantidas por clientes em contas correntes, registradas no passivo de instituições financeiras.
Despesas:
• Gastos operacionais relacionados à administração e vendas, diferentes de custos, que envolvem produção e prestação de serviços.
Dividend Yield:
• Indicador que mede o retorno percentual gerado por dividendos em relação ao preço das ações.
Dívida líquida:
• Saldo da dívida total de uma empresa, subtraído do valor disponível em caixa e aplicações financeiras.
Dívida subordinada:
• Empréstimos com prioridade menor em caso de falência, geralmente usados por bancos para fortalecer índices regulatórios e que oferecem maior remuneração devido ao risco mais elevado.
E
Ebit:
• Lucro antes de juros e impostos, também chamado de Lajir em português. Mede o resultado operacional da empresa.
Ebitda:
• Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, conhecido como Lajida. Representa a geração de caixa operacional da empresa.
Endividamento:
• Proporção entre o passivo total e o patrimônio líquido, indicando o quanto a empresa depende de recursos de terceiros.
Enterprise Value (EV):
• Também chamado de Valor de Empresa, é a soma do valor de mercado das ações e da dívida líquida.
Estoques:
• Valor dos produtos disponíveis para comercialização, registrado no ativo do balanço patrimonial.
F
Firm Value (FV):
• Outro termo para se referir ao Valor de Empresa.
G
Ganho com operação de crédito e tesouraria:
• Margem financeira bruta gerada por bancos através de juros sobre empréstimos e aplicações financeiras, antes das perdas com inadimplência.
Ganhos x perdas da empresa:
• Refere-se à Demonstração de Resultados do Exercício (DRE), que apresenta receitas, custos, despesas e lucro líquido em um período.
L
LCA:
• Letra de Crédito do Agronegócio, aplicação financeira de renda fixa isenta de IR, destinada ao financiamento do setor agrícola.
LCI:
• Letra de Crédito Imobiliário, aplicação de renda fixa isenta de IR, voltada ao financiamento do mercado imobiliário.
Lajida:
• Outro termo para Ebitda.
Lajir:
• Outro termo para lucro/prejuízo operacional.
Liquidez corrente:
• Índice que avalia a capacidade de uma empresa pagar compromissos de curto prazo, dividindo os ativos circulantes pelos passivos circulantes.
Lucro líquido:
• Resultado final da empresa após deduzir custos, despesas e tributos, utilizado como base para distribuição de dividendos.
Lucro/prejuízo operacional:
• Resultado gerado pelas operações principais da empresa, excluindo receitas financeiras, despesas financeiras e impostos.
M
Margem Ebit:
• Indicador da relação entre o lucro operacional e a receita líquida.
Margem Ebitda:
• Percentual que compara o Ebitda com a receita líquida, medindo a rentabilidade operacional.
Margem Operacional:
• Razão entre o lucro operacional e a receita líquida, expressando eficiência operacional.
Margem líquida:
• Percentual do lucro líquido em relação à receita líquida, indicando a rentabilidade final.
P
P/L:
• Indicador que relaciona o preço de mercado da empresa com seu lucro, medindo o tempo de retorno esperado do investimento.
P/VPA:
• Indicador que compara o valor de mercado da empresa com seu patrimônio líquido contábil.
Passivo total:
• Total de obrigações financeiras da empresa, incluindo salários, tributos, fornecedores e dívidas.
Patrimônio líquido:
• Parcela do balanço patrimonial que representa os recursos próprios dos acionistas, após dedução dos passivos.
Preço/Lucro (P/L):
• Múltiplo que avalia o tempo de retorno do investimento com base no lucro da empresa.
Preço/Valor patrimonial:
• Métrica que compara o preço de mercado da empresa com seu valor contábil.
Provisões técnicas:
• Reservas financeiras de seguradoras destinadas ao cumprimento de obrigações com segurados.
R
ROE:
• Retorno sobre o Patrimônio Líquido, indicador de rentabilidade que mede a eficiência do capital investido pelos acionistas.
Receita líquida:
• Renda gerada pela empresa após dedução de tributos e descontos sobre vendas.
Receitas e despesas com juros:
• Saldo líquido das operações financeiras, considerando receitas e despesas relacionadas a juros e variações cambiais.
Resultado da intermediação financeira:
• Margem líquida gerada por bancos com intermediação financeira, após custos de captação e perdas com inadimplência.
Resultado financeiro:
• Saldo entre receitas financeiras, despesas financeiras e variações cambiais sobre ativos e passivos.
Retorno com dividendos:
• Indicador da rentabilidade percentual gerada por dividendos em relação ao preço da ação.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido:
• Indicador que mede a eficiência da empresa em gerar lucro em relação ao patrimônio líquido.
S
Saúde financeira:
• Indicador da situação financeira da empresa, geralmente avaliado pelo Balanço Patrimonial.
Sinistralidade:
• Proporção entre sinistros pagos e prêmios recebidos por seguradoras, com índices menores indicando maior eficiência.
V
Valor de Empresa:
• Soma do valor de mercado das ações da empresa com sua dívida líquida, usado para avaliar o valor total do negócio.
Valor de mercado:
• Cálculo do valor total de uma empresa multiplicando o preço de suas ações pelo número de ações emitidas.
Valor patrimonial por ação (VPA):
• Relação entre o patrimônio líquido da empresa e o número de ações emitidas, indicando o valor contábil por ação.
Volatilidade:
• Medida da variação dos preços de um ativo financeiro em um determinado período, indicando o nível de risco associado.
Value Investing:
• Estratégia de investimento baseada na compra de ativos subavaliados em relação ao seu valor intrínseco, com objetivo de obter ganhos futuros quando o mercado se ajustar ao valor real.
Y
Yield:
• Retorno percentual obtido sobre um investimento, como juros ou dividendos recebidos em relação ao valor investido. Por exemplo, um Dividend Yield (DY) de 12% significa que, para cada R$ 100 investidos em uma ação, você receberá R$ 12 anuais em dividendos.

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Perguntas Frequentes (FAQ) - WEB311

Quanto a WEB311 pagou de dividendos nos últimos 12 meses?

Não há registro de pagamento de proventos pela WEB311 nos últimos 12 meses. Veja o detalhamento completo na seção de "Histórico de proventos" nesta página.

Qual o preço justo da ação WEB311?

Calculamos o valor intrínseco da WEB311 utilizando as metodologias de Benjamin Graham e o modelo de Gordon. Veja os resultados detalhados nas seções acima para auxiliar em sua análise fundamentalista.

A WEB311 é uma boa empresa para dividendos?

A WEB311 não pagou proventos nos últimos 12 meses, então hoje não é uma opção para quem busca renda recorrente. Você pode conferir as datas e valores no calendário de dividendos de WEB311.

Como comprar ações da WEB311?

Para comprar ações da WEB311, você precisa abrir conta em uma corretora de valores autorizada pela B3 e realizar a ordem de compra através do Home Broker utilizando o ticker WEB311.

Qual a taxa de administração da WEB311?

A taxa de administração da WEB311 é de 1,30% ao ano — um custo bem menor que o de fundos de gestão ativa. Atualmente, o fundo negocia em média R$ 0,2 milhões por dia e tem 2.404 cotistas. Gestão: HASHDEX GESTORA DE RECURSOS LTDA. · Administração: BANCO GENIAL. S.A.

Qual índice a WEB311 busca replicar?

A WEB311 é um ETF que busca replicar o índice CF Smart Contract Platforms Index, com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 21,8 milhões. Retorno de -56,77% nos últimos 12 meses e 51,07% em 3 anos, com índice de Sharpe de -1,14 e desvio padrão de 64,19% (volatilidade) em 12 meses. Se é um bom investimento depende do seu perfil e objetivos — avalie taxa, patrimônio, liquidez e risco/retorno acima; rentabilidade passada não garante resultados futuros. Gestão: HASHDEX GESTORA DE RECURSOS LTDA..

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