JPMorgan Chase & Co. é um dos maiores conglomerados financeiros do mundo, atuando no setor financeiro global e com raízes que remontam ao século XIX. Sua origem está ligada à parceria formada em 1854 entre Junius S. Morgan e o banqueiro George Peabody, em Londres, marco inicial da trajetória da família Morgan no sistema financeiro internacional. Com sede em Nova York, a instituição opera em mais de 50 países, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços financeiros para corporações, governos, investidores institucionais e indivíduos de alto patrimônio.
A estrutura corporativa da companhia inclui subsidiárias estratégicas como o JPMorgan Chase Bank, sediado em Nova York, o Chase Manhattan Bank USA, em Delaware, e a JP Morgan Securities Inc., sua principal subsidiária não bancária. A empresa organiza suas operações em cinco grandes segmentos de negócios que abrangem desde serviços bancários tradicionais até soluções avançadas de mercado de capitais.
No segmento de Banco de Investimento, o JPMorgan Chase oferece consultoria financeira, captação de recursos, gestão de riscos e serviços de mercado para empresas e governos ao redor do mundo. Já o setor de Tesouraria e Serviços de Títulos engloba custódia de ativos, empréstimo de títulos, gestão de caixa e serviços de pagamento para fundos, bancos e seguradoras. A área de Gestão de Investimentos e Banco Privado atende clientes institucionais e indivíduos de alto patrimônio, oferecendo soluções de alocação, fundos e planejamento financeiro. A empresa também realiza investimentos proprietários, aplicando capital próprio em oportunidades estratégicas de mercado.
Com uma operação global robusta, o JPMorgan Chase mantém milhares de funcionários distribuídos em filiais, escritórios e centros operacionais ao redor do mundo. Suas ações são negociadas na NYSE sob o ticker JPM, e no Brasil, por meio do BDR JPMC34.
A história da instituição é marcada por fusões, aquisições e transformações que moldaram o sistema financeiro moderno. Após ingressar no negócio bancário de George Peabody em 1854, Junius S. Morgan assumiu o controle da empresa dez anos depois, renomeando-a para JS Morgan & Co.. Seu filho, J. Pierpont Morgan, fundou em 1871 a Drexel, Morgan & Co., que se tornaria a influente JP Morgan & Co. em 1895, consolidando a família Morgan como uma das mais poderosas do setor financeiro.
O modelo atual da instituição começou a tomar forma nos anos 2000, com a fusão entre a The Chase Manhattan Corporation e a JP Morgan & Co., criando a JPMorgan Chase & Co. A partir daí, a empresa expandiu sua presença com aquisições estratégicas, como o Bank One em 2004 — que trouxe Jamie Dimon, atual CEO —, o Bear Stearns em 2008 e o Washington Mutual no mesmo ano, durante a crise financeira global.
Antes disso, marcos importantes já haviam moldado sua trajetória. Em 1969, ocorreu o IPO das instituições predecessoras na NYSE. Em 1996, a fusão com o Chemical Bank criou uma das maiores instituições financeiras dos EUA, preparando o terreno para a consolidação que viria nos anos seguintes.
Nos últimos anos, o JPMorgan Chase intensificou investimentos em tecnologia financeira, digitalização de serviços bancários, automação, inteligência artificial e soluções de pagamentos globais, reforçando sua posição como líder mundial em serviços financeiros e inovação no setor.
Calculando valores intrínsecos...
Múltiplos, rentabilidade e endividamento de JPMC34. Toque em para ver o que cada um significa.
Preço/Lucro: quantos anos de lucro atual seriam necessários para "pagar" o preço da ação. Quanto menor, mais barata a ação em relação ao lucro.
Preço/Valor Patrimonial: compara o preço da ação com o patrimônio líquido por ação. Abaixo de 1, a ação negocia por menos que seu valor contábil.
Dividend Yield: proventos pagos nos últimos 12 meses divididos pelo preço atual da ação.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido: quanto de lucro a empresa gera para cada real investido pelos acionistas.
Preço/Receita: compara o valor de mercado com a receita líquida anual da empresa.
Preço/EBIT: compara o preço da ação com o lucro operacional (EBIT) por ação.
Preço/EBITDA: compara o preço da ação com o EBITDA por ação.
Valor da Firma/EBIT: considera a dívida líquida da empresa, permitindo comparar companhias com estruturas de capital diferentes.
Valor da Firma/EBITDA: um dos múltiplos mais usados para comparar empresas do mesmo setor.
Preço/Ativo: compara o valor de mercado com o total de ativos da empresa.
Preço/Capital de Giro: compara o valor de mercado com o capital de giro (ativo circulante menos passivo circulante). Negativo quando o capital de giro é negativo.
Preço/Ativo Circulante Líquido: compara o valor de mercado com o ativo circulante menos todas as dívidas.
Dívida Líquida/Patrimônio Líquido: dívida bruta menos o caixa, dividida pelo patrimônio. Mede a alavancagem financeira; negativo quando a empresa tem mais caixa do que dívida.
Liquidez Corrente: ativo circulante dividido pelo passivo circulante. Acima de 1, a empresa tem mais recursos de curto prazo do que obrigações.
Volume financeiro médio negociado por dia nos últimos dois meses. Indica a facilidade de comprar e vender a ação.
Retorno sobre o Capital Investido: eficiência da empresa em gerar lucro operacional com todo o capital empregado (próprio e de terceiros).
Margem Bruta: receita líquida menos o custo dos produtos ou serviços vendidos, como porcentagem da receita.
Margem EBIT: lucro operacional como porcentagem da receita líquida.
Margem Líquida: lucro líquido como porcentagem da receita líquida.
Crescimento médio anual da receita líquida nos últimos cinco anos.
Lucro por Ação: lucro líquido dos últimos 12 meses dividido pelo número de ações.
Valor Patrimonial por Ação: patrimônio líquido dividido pelo número de ações.
Lucro operacional (antes de juros e impostos) por ação.
Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, por ação.
Valor da Firma (valor de mercado + dívida líquida) por ação.
Patrimônio Líquido: total de ativos menos o total de passivos da empresa.
O último dividendo de JPMC34 foi de aprox. R$ 0,51 por cota no dia 6 de agosto de 2026 (há 73 dias). JPMORGAN acumula uma alta de 7,32% nos últimos 12 meses, quando o papel estava cotado a R$ 160,45. Neste ano, o ativo iniciou as negociações a R$ 177,63 e hoje está em R$ 172,19 (-3,06%). Entre os ativos comparáveis da mesma classe estão H1SB34, TSMC34, T1LK34.
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A JPMC34 pagou um total de aproximadamente R$ 2,13 por ação em dividendos e JCP nos últimos 12 meses. Veja o detalhamento completo na seção de "Histórico de proventos" nesta página.
Calculamos o valor intrínseco da JPMC34 utilizando as metodologias de Benjamin Graham e o modelo de Gordon. Veja os resultados detalhados nas seções acima para auxiliar em sua análise fundamentalista.
A JPMC34 pagou R$ 2,13 por ação em dividendos e JCP nos últimos 12 meses, o que equivale a um Dividend Yield de 1,24% sobre a cotação atual. Houve pagamento em 4 dos últimos 12 meses (pagamentos frequentes, mas não mensais). Você pode conferir as datas e valores no calendário de dividendos de JPMC34.
Para comprar ações da JPMC34, você precisa abrir conta em uma corretora de valores autorizada pela B3 e realizar a ordem de compra através do Home Broker utilizando o ticker JPMC34.