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TAEE3 Ações - Transmissora Alianca de Energi

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Sobre a empresa

Taesa (TAEE3) é uma das maiores empresas privadas de transmissão de energia elétrica do Brasil, atuando no setor de utilidade pública com foco em construção, operação e manutenção de linhas e subestações. Criada no início dos anos 2000, consolidou-se como uma das principais transmissoras do país, administrando dezenas de concessões reguladas pela ANEEL. Como sociedade anônima de capital aberto, possui ações negociadas na B3 sob os códigos TAEE3, TAEE4 e TAEE11, sendo reconhecida pela estabilidade operacional e relevância no sistema elétrico brasileiro.


A origem da Taesa remonta a 2003, quando a multinacional italiana Terna S.p.A. assumiu as concessões das transmissoras Novatrans e TSN. Em 2006, a Terna estruturou a holding Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., que passou a concentrar suas operações no Brasil e teve suas ações listadas na antiga Bovespa. O capital captado impulsionou a expansão da empresa pelo país. Em 2009, a holding foi adquirida pela CEMIG e pelo FIP Coliseu, consolidando a marca Taesa e fortalecendo sua presença no setor. Nas décadas seguintes, a companhia realizou novos IPOs e ampliou significativamente seu portfólio de concessões.


Ao longo dos anos, a Taesa se destacou pela expansão contínua e pela eficiência operacional, tornando-se uma das líderes do setor privado de transmissão de energia. A empresa ampliou sua malha de ativos, diversificou concessões e reforçou sua presença em diferentes regiões do país. Com foco em crescimento sustentável, passou a integrar projetos socioculturais e esportivos, fortalecendo sua atuação social e seu compromisso com desenvolvimento regional.


Atualmente, a Taesa está presente em todas as cinco regiões do Brasil, atuando em 18 estados e no Distrito Federal. Administra cerca de 14 mil km de linhas de transmissão, sendo mais de 11,5 mil km em operação e manutenção e aproximadamente 2,5 mil km em construção. O portfólio inclui 39 concessões, entre elas TSN, Novatrans, PATESA, Munirah e ATE, além de cerca de 100 subestações espalhadas pelo território nacional. Com quase duas décadas de atuação, a empresa se consolidou como uma das maiores transmissoras privadas do país.


Para quem busca investir no setor de energia elétrica e utilidade pública na B3, o ticker TAEE3 é uma das opções mais tradicionais e reconhecidas do mercado. A Taesa se destaca pela previsibilidade de receitas, forte presença nacional, portfólio amplo de concessões e histórico de distribuição de dividendos. Investidores podem acompanhar termos como “ações Taesa TAEE3”, “cotação TAEE3”, “dividendos Taesa”, “investir em TAEE3” e “resultados Taesa” para monitorar desempenho, expansão de ativos e perspectivas do setor elétrico..

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Indicadores financeiros

Múltiplos, rentabilidade e endividamento de TAEE3. Toque em para ver o que cada um significa.

P/L
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Dividend Yield
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Últimos 12 meses
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Sobre o patrimônio

Valuation

P/Receita (PSR) —
P/EBIT —
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EV/EBITDA —
P/Ativo —
P/Capital de giro —
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Endividamento e liquidez

Dív. líquida/Patrimônio —
Liquidez corrente —
Volume (2 meses) —

Rentabilidade e crescimento

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Margem bruta —
Margem EBIT —
Margem líquida —
Cresc. receita (5 anos) —

Por ação e porte

LPA —
VPA —
EBIT por ação —
EBITDA por ação —
EV por ação —
Patrimônio líquido —

Demonstrativos financeiros

Dados oficiais entregues à CVM.

Receitas e lucros

Mostrar:

Valores em R$ Últ. 12M 2025
Receita líquida R$ 4,5 bi R$ 4,6 bi
Custos -R$ 1,8 bi -R$ 2,1 bi
Lucro bruto R$ 2,7 bi R$ 2,5 bi
EBITDA R$ 3,0 bi R$ 2,8 bi
EBIT R$ 2,9 bi R$ 2,7 bi
Resultado financeiro -R$ 1,1 bi -R$ 1,0 bi
Impostos sobre o lucro -R$ 143,6 mi -R$ 119,0 mi
Lucro líquido R$ 1,6 bi R$ 1,6 bi
Margem bruta 60,8% 55,1%
Margem EBITDA 66,8% 60,5%
Margem EBIT 64,9% 59,2%
Margem líquida 36,3% 34,2%

Últ. 12M = soma dos 4 últimos trimestres divulgados. EBITDA = EBIT + depreciação e amortização (DVA).

Fonte: CVM — Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP, anual) e Informações Trimestrais (ITR), consolidadas.

Para onde vai a riqueza gerada na TAEE3

Como a empresa divide o que gera entre funcionários, governo, credores e acionistas (DVA).

Em 2025, a Transmissora Alianca de Energi gerou R$ 3,5 bi em riqueza. A maior fatia ficou com acionistas: de cada R$ 100, R$ 45.
Acionistas R$ 45 de cada R$ 100
dividendos, JCP e lucro que fica na empresa · R$ 1,6 bi
Bancos e credores R$ 33 de cada R$ 100
juros de empréstimos e aluguéis · R$ 1,2 bi
Governo R$ 16 de cada R$ 100
impostos, taxas e contribuições · R$ 571,7 mi
Funcionários R$ 6 de cada R$ 100
salários, benefícios e FGTS · R$ 219,3 mi

Fonte: CVM — Demonstração do Valor Adicionado (DVA) consolidada, anual. "Acionistas" inclui o lucro que fica retido na empresa, não só o que é pago em dividendos.

Histórico de proventos

DY 12M
6,51%
Proventos 12M
R$ 0,95
Por ação, pela data com. 2026 até hoje.
Proventos por ação por ano
Próximo pagamento
R$ 0,20008
26/11/2026 · em 39 dias
Último pagamento
R$ 0,18633
26/08/2026 · há 53 dias
Média anual (4 anos completos)
R$ 1,41 por ação
Simulador de Proventos Veja quanto você receberia no total se tivesse:
cotas de TAEE3

Resumo

O último dividendo de TAEE3 foi de aprox. R$ 0,19 por cota no dia 26 de agosto de 2026 (há 53 dias). Transmissora Alianca de Energi acumula uma alta de 21,06% nos últimos 12 meses, quando o papel estava cotado a R$ 12,06. Neste ano, o ativo iniciou as negociações a R$ 13,93 e hoje está em R$ 14,60 (+4,81%). Transmissora Alianca de Energi atua no setor de Utilidade Pública, subsetor Energia Elétrica. TAEE3 apresenta P/L de 9,57, Dividend Yield de 6,66%, ROE de 20,14%. Entre os ativos comparáveis do mesmo setor estão ENEV3, CPFE3, AXIA3.

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A
Ativo intangível:
• Registro no balanço patrimonial que representa bens e direitos não físicos de uma empresa, como ágio em aquisições (goodwill), licenças de marcas, software e concessões.
Ativo total:
• Indicador no balanço patrimonial que reflete a soma de todos os bens e direitos da empresa, como caixa, contas a receber e estoques. Em bancos, inclui valores mobiliários, créditos e arrendamentos.
B
Balanço Patrimonial:
• Relatório contábil que resume a situação financeira de uma empresa, apresentando ativos, passivos e patrimônio líquido na data de encerramento.
Buy and Hold:
• Estratégia de investimento de longo prazo baseada em manter uma carteira de ativos de forma consistente e paciente, independentemente de oscilações do mercado. Desenvolvida por Benjamin Graham, pai do "value investing", e seguida por Warren Buffett, um dos mais bem-sucedidos investidores de todos os tempos, que considera que "mais vale comprar boas empresas a preços ruins do que comprar empresas ruins a preços bons".
C
Caixa e aplicações financeiras:
• Itens no ativo do balanço que mostram o dinheiro disponível em caixa, contas bancárias e investimentos líquidos de curto prazo.
Caixa líquido financiamento:
• Subtotal no fluxo de caixa que reflete recursos captados ou pagos relacionados a acionistas ou credores.
Caixa líquido investimento:
• Subtotal no fluxo de caixa que registra valores usados ou recebidos em transações de investimentos, como compra e venda de ativos.
Caixa líquido operacional:
• Subtotal no fluxo de caixa que detalha os recursos gerados pelas operações principais da empresa, incluindo alterações no capital de giro.
Capital dos acionistas:
• Também conhecido como patrimônio líquido, refere-se à parcela da empresa pertencente aos acionistas após deduzir os passivos.
Contas a receber de clientes:
• Conta do ativo que mostra o valor de vendas a prazo pendentes de pagamento, já ajustadas para inadimplências esperadas.
Custos:
• Despesas diretamente ligadas à produção de bens ou prestação de serviços, distintas de despesas administrativas ou comerciais.
CEX (Centralized Exchange):
• Plataforma centralizada para a compra, venda e troca de criptomoedas, operada por uma organização que facilita transações e guarda os ativos dos usuários.
D
Demonstração de Resultados do Exercício (DRE):
• Relatório financeiro que exibe o desempenho da empresa em um período específico, detalhando receitas, custos, despesas e o lucro líquido.
DEX (Decentralized Exchange):
• Plataforma de troca de criptomoedas que opera de forma descentralizada, sem intermediários centralizados, permitindo transações peer-to-peer diretamente entre os usuários.
Depósito de clientes:
• Soma de valores mantidos pelos clientes em contas à vista, poupança ou aplicações a prazo.
Depósitos a prazo:
• Montante investido por clientes em aplicações financeiras, como CDBs e RDBs, registrado no passivo da instituição.
Depósitos de poupança:
• Valores depositados por clientes em cadernetas de poupança, registrados no passivo de instituições financeiras.
Depósitos à vista:
• Quantias mantidas por clientes em contas correntes, registradas no passivo de instituições financeiras.
Despesas:
• Gastos operacionais relacionados à administração e vendas, diferentes de custos, que envolvem produção e prestação de serviços.
Dividend Yield:
• Indicador que mede o retorno percentual gerado por dividendos em relação ao preço das ações.
Dívida líquida:
• Saldo da dívida total de uma empresa, subtraído do valor disponível em caixa e aplicações financeiras.
Dívida subordinada:
• Empréstimos com prioridade menor em caso de falência, geralmente usados por bancos para fortalecer índices regulatórios e que oferecem maior remuneração devido ao risco mais elevado.
E
Ebit:
• Lucro antes de juros e impostos, também chamado de Lajir em português. Mede o resultado operacional da empresa.
Ebitda:
• Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, conhecido como Lajida. Representa a geração de caixa operacional da empresa.
Endividamento:
• Proporção entre o passivo total e o patrimônio líquido, indicando o quanto a empresa depende de recursos de terceiros.
Enterprise Value (EV):
• Também chamado de Valor de Empresa, é a soma do valor de mercado das ações e da dívida líquida.
Estoques:
• Valor dos produtos disponíveis para comercialização, registrado no ativo do balanço patrimonial.
F
Firm Value (FV):
• Outro termo para se referir ao Valor de Empresa.
G
Ganho com operação de crédito e tesouraria:
• Margem financeira bruta gerada por bancos através de juros sobre empréstimos e aplicações financeiras, antes das perdas com inadimplência.
Ganhos x perdas da empresa:
• Refere-se à Demonstração de Resultados do Exercício (DRE), que apresenta receitas, custos, despesas e lucro líquido em um período.
L
LCA:
• Letra de Crédito do Agronegócio, aplicação financeira de renda fixa isenta de IR, destinada ao financiamento do setor agrícola.
LCI:
• Letra de Crédito Imobiliário, aplicação de renda fixa isenta de IR, voltada ao financiamento do mercado imobiliário.
Lajida:
• Outro termo para Ebitda.
Lajir:
• Outro termo para lucro/prejuízo operacional.
Liquidez corrente:
• Índice que avalia a capacidade de uma empresa pagar compromissos de curto prazo, dividindo os ativos circulantes pelos passivos circulantes.
Lucro líquido:
• Resultado final da empresa após deduzir custos, despesas e tributos, utilizado como base para distribuição de dividendos.
Lucro/prejuízo operacional:
• Resultado gerado pelas operações principais da empresa, excluindo receitas financeiras, despesas financeiras e impostos.
M
Margem Ebit:
• Indicador da relação entre o lucro operacional e a receita líquida.
Margem Ebitda:
• Percentual que compara o Ebitda com a receita líquida, medindo a rentabilidade operacional.
Margem Operacional:
• Razão entre o lucro operacional e a receita líquida, expressando eficiência operacional.
Margem líquida:
• Percentual do lucro líquido em relação à receita líquida, indicando a rentabilidade final.
P
P/L:
• Indicador que relaciona o preço de mercado da empresa com seu lucro, medindo o tempo de retorno esperado do investimento.
P/VPA:
• Indicador que compara o valor de mercado da empresa com seu patrimônio líquido contábil.
Passivo total:
• Total de obrigações financeiras da empresa, incluindo salários, tributos, fornecedores e dívidas.
Patrimônio líquido:
• Parcela do balanço patrimonial que representa os recursos próprios dos acionistas, após dedução dos passivos.
Preço/Lucro (P/L):
• Múltiplo que avalia o tempo de retorno do investimento com base no lucro da empresa.
Preço/Valor patrimonial:
• Métrica que compara o preço de mercado da empresa com seu valor contábil.
Provisões técnicas:
• Reservas financeiras de seguradoras destinadas ao cumprimento de obrigações com segurados.
R
ROE:
• Retorno sobre o Patrimônio Líquido, indicador de rentabilidade que mede a eficiência do capital investido pelos acionistas.
Receita líquida:
• Renda gerada pela empresa após dedução de tributos e descontos sobre vendas.
Receitas e despesas com juros:
• Saldo líquido das operações financeiras, considerando receitas e despesas relacionadas a juros e variações cambiais.
Resultado da intermediação financeira:
• Margem líquida gerada por bancos com intermediação financeira, após custos de captação e perdas com inadimplência.
Resultado financeiro:
• Saldo entre receitas financeiras, despesas financeiras e variações cambiais sobre ativos e passivos.
Retorno com dividendos:
• Indicador da rentabilidade percentual gerada por dividendos em relação ao preço da ação.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido:
• Indicador que mede a eficiência da empresa em gerar lucro em relação ao patrimônio líquido.
S
Saúde financeira:
• Indicador da situação financeira da empresa, geralmente avaliado pelo Balanço Patrimonial.
Sinistralidade:
• Proporção entre sinistros pagos e prêmios recebidos por seguradoras, com índices menores indicando maior eficiência.
V
Valor de Empresa:
• Soma do valor de mercado das ações da empresa com sua dívida líquida, usado para avaliar o valor total do negócio.
Valor de mercado:
• Cálculo do valor total de uma empresa multiplicando o preço de suas ações pelo número de ações emitidas.
Valor patrimonial por ação (VPA):
• Relação entre o patrimônio líquido da empresa e o número de ações emitidas, indicando o valor contábil por ação.
Volatilidade:
• Medida da variação dos preços de um ativo financeiro em um determinado período, indicando o nível de risco associado.
Value Investing:
• Estratégia de investimento baseada na compra de ativos subavaliados em relação ao seu valor intrínseco, com objetivo de obter ganhos futuros quando o mercado se ajustar ao valor real.
Y
Yield:
• Retorno percentual obtido sobre um investimento, como juros ou dividendos recebidos em relação ao valor investido. Por exemplo, um Dividend Yield (DY) de 12% significa que, para cada R$ 100 investidos em uma ação, você receberá R$ 12 anuais em dividendos.

Perguntas Frequentes (FAQ) - TAEE3

Quanto a TAEE3 pagou de dividendos nos últimos 12 meses?

A TAEE3 pagou um total de aproximadamente R$ 1,16 por ação em dividendos e JCP nos últimos 12 meses. Veja o detalhamento completo na seção de "Histórico de proventos" nesta página.

Qual o preço justo da ação TAEE3?

Calculamos o valor intrínseco da TAEE3 utilizando as metodologias de Benjamin Graham e o modelo de Gordon. Veja os resultados detalhados nas seções acima para auxiliar em sua análise fundamentalista.

A TAEE3 é uma boa empresa para dividendos?

A TAEE3 pagou R$ 1,16 por ação em dividendos e JCP nos últimos 12 meses, o que equivale a um Dividend Yield de 6,66% sobre a cotação atual. Houve pagamento em 4 dos últimos 12 meses (pagamentos frequentes, mas não mensais). Você pode conferir as datas e valores no calendário de dividendos de TAEE3.

Como comprar ações da TAEE3?

Para comprar ações da TAEE3, você precisa abrir conta em uma corretora de valores autorizada pela B3 e realizar a ordem de compra através do Home Broker utilizando o ticker TAEE3.

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