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HIGH11 ETF - NU IBOV SMART HIGH BETA

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Sobre o ETF

Nu IBOV Smart High Beta B3 Fundo de Índice (HIGH11) é um ETF listado na B3 que tem como objetivo replicar o desempenho do índice Ibov Smart High Beta B3, composto por ações de empresas brasileiras com os maiores betas dentro do universo do Ibovespa. O fundo é voltado a investidores que buscam amplificar os ganhos em ciclos de alta do mercado, assumindo maior exposição ao risco.


O HIGH11 foi desenvolvido pela Nu Asset e é administrado pela Nu Asset Management Ltda. Ele oferece uma alternativa para quem deseja investir em ações brasileiras com maior sensibilidade às variações do mercado, o que pode resultar em retornos mais expressivos em momentos de valorização, mas também em perdas mais acentuadas em períodos de queda.


Negociado em reais na B3, o ETF apresenta liquidez diária e é acessível a investidores de todos os perfis, embora seja mais indicado para aqueles com maior tolerância ao risco. Em janeiro de 2026, o fundo acumula uma valorização de 26,68% nos últimos 12 meses, com cotação atual em torno de R$ 95,39. A média de volume diário negociado nos últimos seis meses é de aproximadamente R$ 1,18 milhão, com cerca de 394 negócios por dia.


O índice de referência do fundo seleciona ações com base em seus betas históricos, priorizando aquelas que tendem a se mover mais intensamente do que o mercado como um todo. Essa abordagem é ideal para estratégias táticas e investidores que desejam aproveitar movimentos de alta com maior alavancagem implícita.


Quem busca informações sobre "HIGH11", "ETF de alta volatilidade", "ações agressivas na B3", "ETF do Nubank" ou "investir com beta elevado" encontrará neste fundo uma alternativa relevante. Termos como "beta alto", "Ibovespa alavancado", "ações sensíveis ao mercado", "exposição tática" e "ETF de ações brasileiras" ajudam a localizar conteúdos e análises sobre o desempenho e a proposta do HIGH11 no mercado nacional.

Valor Intrínseco de Graham

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Fundamentos do ETF

ETF que busca replicar o índice Ibov Smart High Beta • Carteira de referência de Agosto

R$ 31,0 Mi
Patrimônio Líquido
R$ 5,5 Mi
Negociação Diária Média
0,50%
Taxa de Administração
4.475
Número de Cotistas

Sobre o Fundo

Gestor NU ASSET MANAGEMENT
Administrador BANCO BNP PARIBAS BRASIL S.A.
ISIN BRHIGHCTF008
CNPJ 55.705.611/0001-27
Data de Lançamento 16/07/2024

Risco e Retorno

No Ano 12 Meses 3 Anos
Retorno -2,55% -2,18% —
Desvio Padrão +30,49% +29,95% —
Índice de Sharpe -0,58 -0,64 —
Máximo Drawdown
em 20/08/2026
-33,30%

Composição da Carteira do ETF

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Resumo

NU IBOV SMART HIGH BETA acumula uma alta de 18,27% nos últimos 12 meses, quando o papel estava cotado a R$ 89,53. Neste ano, o ativo iniciou as negociações a R$ 92,88 e hoje está em R$ 105,89 (+14,01%). Entre os ativos comparáveis da mesma classe estão XBOV11, PIBB11, BOVV11.

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A
Ativo intangível:
• Registro no balanço patrimonial que representa bens e direitos não físicos de uma empresa, como ágio em aquisições (goodwill), licenças de marcas, software e concessões.
Ativo total:
• Indicador no balanço patrimonial que reflete a soma de todos os bens e direitos da empresa, como caixa, contas a receber e estoques. Em bancos, inclui valores mobiliários, créditos e arrendamentos.
B
Balanço Patrimonial:
• Relatório contábil que resume a situação financeira de uma empresa, apresentando ativos, passivos e patrimônio líquido na data de encerramento.
Buy and Hold:
• Estratégia de investimento de longo prazo baseada em manter uma carteira de ativos de forma consistente e paciente, independentemente de oscilações do mercado. Desenvolvida por Benjamin Graham, pai do "value investing", e seguida por Warren Buffett, um dos mais bem-sucedidos investidores de todos os tempos, que considera que "mais vale comprar boas empresas a preços ruins do que comprar empresas ruins a preços bons".
C
Caixa e aplicações financeiras:
• Itens no ativo do balanço que mostram o dinheiro disponível em caixa, contas bancárias e investimentos líquidos de curto prazo.
Caixa líquido financiamento:
• Subtotal no fluxo de caixa que reflete recursos captados ou pagos relacionados a acionistas ou credores.
Caixa líquido investimento:
• Subtotal no fluxo de caixa que registra valores usados ou recebidos em transações de investimentos, como compra e venda de ativos.
Caixa líquido operacional:
• Subtotal no fluxo de caixa que detalha os recursos gerados pelas operações principais da empresa, incluindo alterações no capital de giro.
Capital dos acionistas:
• Também conhecido como patrimônio líquido, refere-se à parcela da empresa pertencente aos acionistas após deduzir os passivos.
Contas a receber de clientes:
• Conta do ativo que mostra o valor de vendas a prazo pendentes de pagamento, já ajustadas para inadimplências esperadas.
Custos:
• Despesas diretamente ligadas à produção de bens ou prestação de serviços, distintas de despesas administrativas ou comerciais.
CEX (Centralized Exchange):
• Plataforma centralizada para a compra, venda e troca de criptomoedas, operada por uma organização que facilita transações e guarda os ativos dos usuários.
D
Demonstração de Resultados do Exercício (DRE):
• Relatório financeiro que exibe o desempenho da empresa em um período específico, detalhando receitas, custos, despesas e o lucro líquido.
DEX (Decentralized Exchange):
• Plataforma de troca de criptomoedas que opera de forma descentralizada, sem intermediários centralizados, permitindo transações peer-to-peer diretamente entre os usuários.
Depósito de clientes:
• Soma de valores mantidos pelos clientes em contas à vista, poupança ou aplicações a prazo.
Depósitos a prazo:
• Montante investido por clientes em aplicações financeiras, como CDBs e RDBs, registrado no passivo da instituição.
Depósitos de poupança:
• Valores depositados por clientes em cadernetas de poupança, registrados no passivo de instituições financeiras.
Depósitos à vista:
• Quantias mantidas por clientes em contas correntes, registradas no passivo de instituições financeiras.
Despesas:
• Gastos operacionais relacionados à administração e vendas, diferentes de custos, que envolvem produção e prestação de serviços.
Dividend Yield:
• Indicador que mede o retorno percentual gerado por dividendos em relação ao preço das ações.
Dívida líquida:
• Saldo da dívida total de uma empresa, subtraído do valor disponível em caixa e aplicações financeiras.
Dívida subordinada:
• Empréstimos com prioridade menor em caso de falência, geralmente usados por bancos para fortalecer índices regulatórios e que oferecem maior remuneração devido ao risco mais elevado.
E
Ebit:
• Lucro antes de juros e impostos, também chamado de Lajir em português. Mede o resultado operacional da empresa.
Ebitda:
• Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, conhecido como Lajida. Representa a geração de caixa operacional da empresa.
Endividamento:
• Proporção entre o passivo total e o patrimônio líquido, indicando o quanto a empresa depende de recursos de terceiros.
Enterprise Value (EV):
• Também chamado de Valor de Empresa, é a soma do valor de mercado das ações e da dívida líquida.
Estoques:
• Valor dos produtos disponíveis para comercialização, registrado no ativo do balanço patrimonial.
F
Firm Value (FV):
• Outro termo para se referir ao Valor de Empresa.
G
Ganho com operação de crédito e tesouraria:
• Margem financeira bruta gerada por bancos através de juros sobre empréstimos e aplicações financeiras, antes das perdas com inadimplência.
Ganhos x perdas da empresa:
• Refere-se à Demonstração de Resultados do Exercício (DRE), que apresenta receitas, custos, despesas e lucro líquido em um período.
L
LCA:
• Letra de Crédito do Agronegócio, aplicação financeira de renda fixa isenta de IR, destinada ao financiamento do setor agrícola.
LCI:
• Letra de Crédito Imobiliário, aplicação de renda fixa isenta de IR, voltada ao financiamento do mercado imobiliário.
Lajida:
• Outro termo para Ebitda.
Lajir:
• Outro termo para lucro/prejuízo operacional.
Liquidez corrente:
• Índice que avalia a capacidade de uma empresa pagar compromissos de curto prazo, dividindo os ativos circulantes pelos passivos circulantes.
Lucro líquido:
• Resultado final da empresa após deduzir custos, despesas e tributos, utilizado como base para distribuição de dividendos.
Lucro/prejuízo operacional:
• Resultado gerado pelas operações principais da empresa, excluindo receitas financeiras, despesas financeiras e impostos.
M
Margem Ebit:
• Indicador da relação entre o lucro operacional e a receita líquida.
Margem Ebitda:
• Percentual que compara o Ebitda com a receita líquida, medindo a rentabilidade operacional.
Margem Operacional:
• Razão entre o lucro operacional e a receita líquida, expressando eficiência operacional.
Margem líquida:
• Percentual do lucro líquido em relação à receita líquida, indicando a rentabilidade final.
P
P/L:
• Indicador que relaciona o preço de mercado da empresa com seu lucro, medindo o tempo de retorno esperado do investimento.
P/VPA:
• Indicador que compara o valor de mercado da empresa com seu patrimônio líquido contábil.
Passivo total:
• Total de obrigações financeiras da empresa, incluindo salários, tributos, fornecedores e dívidas.
Patrimônio líquido:
• Parcela do balanço patrimonial que representa os recursos próprios dos acionistas, após dedução dos passivos.
Preço/Lucro (P/L):
• Múltiplo que avalia o tempo de retorno do investimento com base no lucro da empresa.
Preço/Valor patrimonial:
• Métrica que compara o preço de mercado da empresa com seu valor contábil.
Provisões técnicas:
• Reservas financeiras de seguradoras destinadas ao cumprimento de obrigações com segurados.
R
ROE:
• Retorno sobre o Patrimônio Líquido, indicador de rentabilidade que mede a eficiência do capital investido pelos acionistas.
Receita líquida:
• Renda gerada pela empresa após dedução de tributos e descontos sobre vendas.
Receitas e despesas com juros:
• Saldo líquido das operações financeiras, considerando receitas e despesas relacionadas a juros e variações cambiais.
Resultado da intermediação financeira:
• Margem líquida gerada por bancos com intermediação financeira, após custos de captação e perdas com inadimplência.
Resultado financeiro:
• Saldo entre receitas financeiras, despesas financeiras e variações cambiais sobre ativos e passivos.
Retorno com dividendos:
• Indicador da rentabilidade percentual gerada por dividendos em relação ao preço da ação.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido:
• Indicador que mede a eficiência da empresa em gerar lucro em relação ao patrimônio líquido.
S
Saúde financeira:
• Indicador da situação financeira da empresa, geralmente avaliado pelo Balanço Patrimonial.
Sinistralidade:
• Proporção entre sinistros pagos e prêmios recebidos por seguradoras, com índices menores indicando maior eficiência.
V
Valor de Empresa:
• Soma do valor de mercado das ações da empresa com sua dívida líquida, usado para avaliar o valor total do negócio.
Valor de mercado:
• Cálculo do valor total de uma empresa multiplicando o preço de suas ações pelo número de ações emitidas.
Valor patrimonial por ação (VPA):
• Relação entre o patrimônio líquido da empresa e o número de ações emitidas, indicando o valor contábil por ação.
Volatilidade:
• Medida da variação dos preços de um ativo financeiro em um determinado período, indicando o nível de risco associado.
Value Investing:
• Estratégia de investimento baseada na compra de ativos subavaliados em relação ao seu valor intrínseco, com objetivo de obter ganhos futuros quando o mercado se ajustar ao valor real.
Y
Yield:
• Retorno percentual obtido sobre um investimento, como juros ou dividendos recebidos em relação ao valor investido. Por exemplo, um Dividend Yield (DY) de 12% significa que, para cada R$ 100 investidos em uma ação, você receberá R$ 12 anuais em dividendos.

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Perguntas Frequentes (FAQ) - HIGH11

Quanto a HIGH11 pagou de dividendos nos últimos 12 meses?

Não há registro de pagamento de proventos pela HIGH11 nos últimos 12 meses. Veja o detalhamento completo na seção de "Histórico de proventos" nesta página.

Qual o preço justo da ação HIGH11?

Calculamos o valor intrínseco da HIGH11 utilizando as metodologias de Benjamin Graham e o modelo de Gordon. Veja os resultados detalhados nas seções acima para auxiliar em sua análise fundamentalista.

A HIGH11 é uma boa empresa para dividendos?

A HIGH11 não pagou proventos nos últimos 12 meses, então hoje não é uma opção para quem busca renda recorrente. Você pode conferir as datas e valores no calendário de dividendos de HIGH11.

Como comprar ações da HIGH11?

Para comprar ações da HIGH11, você precisa abrir conta em uma corretora de valores autorizada pela B3 e realizar a ordem de compra através do Home Broker utilizando o ticker HIGH11.

Qual a taxa de administração da HIGH11?

A taxa de administração da HIGH11 é de 0,50% ao ano — um custo bem menor que o de fundos de gestão ativa. Atualmente, o fundo negocia em média R$ 5,5 milhões por dia e tem 4.475 cotistas. Gestão: NU ASSET MANAGEMENT · Administração: BANCO BNP PARIBAS BRASIL S.A..

Qual índice a HIGH11 busca replicar?

A HIGH11 é um ETF que busca replicar o índice Ibov Smart High Beta, com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 31,0 milhões. Retorno de -2,18% nos últimos 12 meses, com índice de Sharpe de -0,64 e desvio padrão de 29,95% (volatilidade) em 12 meses. Se é um bom investimento depende do seu perfil e objetivos — avalie taxa, patrimônio, liquidez e risco/retorno acima; rentabilidade passada não garante resultados futuros. Gestão: NU ASSET MANAGEMENT.

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